Surfando na crise – transformando momentos difíceis em oportunidades

Surfando na Crise

Surfando na Crise

O país atualmente está imerso em um cenário pouco confortável: inflação, rebaixamento da nota na avaliação de risco, alta do dólar, abalo na identidade política, desemprego, administração pública sem confiança e credibilidade.

Crise, caos ou um novo passo para a sustentabilidade e crescimento?

Como preparar nossos ambientes corporativos para uma aprendizagem organizacional eficaz e com saídas criativas para o sucesso nesse turbilhão de temas avassaladores?

O Encontro da Amazônia com sede em Curitiba promove o 2º Diálogo Corporativo denominado: SURFANDO NA CRISE – Transformando momentos difíceis em oportunidades.

O evento está direcionado para o público Empresarial: empresários, gestores, diretores e empreendedores.

Um encontro inédito de Marcelo Karam Guerra e Serginho Laus, dois profissionais da área esportiva cheios de inspirações, que darão ao público bases para um processo motivacional e reflexivo de como enfrentar os desafios impostos pela crise e conseguir “surfar” em uma onda de oportunidades. Será explorado a palavra “crise”, que atualmente pesa sobre nossa sociedade, assim explorando uma nova forma de perceber e compreender a situação atual dos dias de hoje. É importante ver diferente, desaprender para reaprender de uma nova forma, para descobrir novas possibilidades de fazer mais, melhor e diferente.

A palestra quatro mãos será ministrada por meio de uma contextualização interativa, onde inicialmente Marcelo Karam criará um cenário inicial seguido de trocas de informações, no estilo “ping pong”, com Serginho Laus. O objetivo é instigar o inconsciente dos convidados a refletir nos desafios do dia a dia, diante de analogias com experiências reais em que os palestrantes enfrentam ao liderar grupos, explorar e desbravar situações inóspitas pelo mundo a fora. A palestra utilizará recursos audiovisuais e pequenas dinâmicas de grupo focando uma maior participação, interatividade e aprendizagem dos participantes.

Será no dia 02 de dezembro de 2015 às 19h00 no Encontro da Amazônia situado na Rua Nilo Peçanha, 1907 Curitiba – Paraná.

As inscrições serão acolhidas até dia 25/11/2015 através dos seguintes canais:

Inscrições pelo site: AQUI

Inscrições via e-mail: eventos@encontroamazonia.com.br – Nome Pessoa – Nome da Empresa – Cargo – Fone

Inscrições via Telefone: 41-3014-0030.

Encontro da Amazônia recebe alunos para XIX Semana de História da UTP

Nesta segunda-feira, o Encontro da Amazônia recebeu a semana acadêmica do curso de História da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). O evento mantém a tradição do curso de História em realizar um encontro anual de estudantes e professores do curso para aprofundar temáticas referentes à formação acadêmica. A atividade tem intuito de criar condições de aprofundamento dos conteúdos referentes ao curso numa perspectiva dinâmica que supere a rotina da sala de aula, além de favorecer o intercâmbio com a comunidade acadêmica e de ensino de outras instituições, contribuindo para abertura dos canais da Universidade para a sociedade de maneira geral.

Neste ano, a discussão será sobre a História da arte, do patrimônio e da política. A abertura recebeu os doutores Artur Freitas e Manuel Guerreiro, ambos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em uma mesa redonda que discutiu a arte, dramaturgia e a política. Confira a cobertura fotográfica do primeiro dia:

 

 

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As atividades da XIX Semana de História continua até sexta-feira (2). Confira a programação completa:

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Texto: Marcos Dias com informações da assessoria de imprensa da UTP

Fotografias: Gríndier Forte

Arte: Divulgação

XIX Semana de História da UTP

Programação completa:

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Personalidade: Giorgi Dal Pont

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O pesquisador Giorgi Dal Pont será responsável por ministrar a palestra Poluição aquática na Amazônia: especificidades ambientais e avaliação de efeitos, no evento “Expedição na Amazônia”, realizado através do Projeto Educacional e Cultural do Encontro da Amazônia, no dia 23 de setembro, às 19h. A atividade compõe o calendário comemorativo ao Dia da Amazônia, idealizado pelo espaço.

Graduado em Zootecnia e Mestre em Ciências Veterinárias, ambos pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), possui experiência na elaboração e execução de projetos de avaliação de impactos e biomonitoramento ambiental com ênfase em ecotoxicologia aquática. Além disso, compõe o comitê científico da Revista Saúde e Desenvolvimento do Grupo Uninter e é discente, nível doutorado, no programa de pós-graduação em Zootecnia na UFPR.

No workshop, o principal objetivo é elencar as diferentes fontes de poluição que acometem os ecossistemas aquáticos da Amazônia. Instigar a discussão acerca dos diferentes ecossistemas aquáticos, caracterizando e evidenciando suas especificidades e, relacionando os efeitos da presença de contaminantes ambientais sobre a alterações em diversos níveis de complexidade biológica.

Durante quatro meses, através do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA), no Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (LEEM), localizado no estado do Amazonas, o pesquisador elaborou e executou o projeto cientifico “Aplicabilidade do Modelo do Ligante Biótico (BLM) na avaliação da contaminação por cobre em águas brancas da Amazônia”. Com o levantamento de pesquisa e toda experiência adquirida durante o projeto, Giorgi vai pontuar as influências responsáveis pelas poluições na região amazônica.

Com o artigo Can the chemistry of white water from Solimões River influence copper toxicity to an ornamental fish species from Amazon?, o pesquisador teve o trabalho publicado na revista do centro de estudos das Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (ADAPTA), do INPA, em março de 2012. Confira a ADAPTA/Março 2012.

Para participar do workshop ministrado por Giorgi Dal Ponto, no dia 23 de setembro, às 19h, na sede do espaço Encontro da Amazônia, na Rua Nilo Peçanha, 1907, basta fazer sua inscrição por aqui.

 

Texto: Marcos Dias

Arte: Paula Ariana Calory

Personalidade: Serginho Laus

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O esportista Serginho Laus participa do evento “Expedição da Amazônia”, com o objetivo de trazer um pouco da maior floresta tropical do mundo para Curitiba. A atividade faz parte do projeto Educacional e Cultural, promovido pelo espaço curitibano Encontro da Amazônia, nos dias 23 e 24 de setembro, das 19h às 22h.

Com o workshop “Turismo de Esporte na Amazônia”, o surfista vai dividir suas experiências e sua visão sobre a Amazônia, destacando as atrações, quando se diz respeito a cultura e turismo de esporte. Como os visitantes enxergam a região e como ela vem sendo tratada.

Percussor do surf na Pororoca, Serginho Laus é ambientalista, surfista profissional, produtor e jornalista. Em 2005 e 2009, registrou se nome no Guinness Book, quebrando o recorde mundial de surf na Pororoca, no qual no último ano quebrou seu próprio, com a marca de 11.8 km, no rio Araguari, no Amapá.

Na bagagem carrega explorações nas Pororocas do Brasil, França, Inglaterra, China, Indonésia, Alaska e Índia. Sua meta é ainda é surfar nas águas da Malasya e Canadá, assim tornando-se o primeiro surfista no mundo a encarar as principais ondas de marés do mundo.

Seu espirito aventureiro e explorador reuniu outros profissionais com o mesmo interesse. A equipe “Surfando na Selva” coordena ações ordenadas nas Pororocas do brasileira e do mundo, difundindo a consciência ecológica e organizando expedições com grupos de surfistas, turistas, produtoras e equipes de jornalismo para conhecer o famoso “Tsunami Amazônico”.

Confira um pouco das aventuras de Serginho Laus:

Para participar do workshop ministrado por Serginho Laus, no dia 24 de setembro, às 19h, na sede do espaço Encontro da Amazônia, na Rua Nilo Peçanha, 1907, basta fazer sua inscrição por aqui.

 

Texto: Marcos Dias

Arte: Paula Ariana Calory

Encontro da Amazônia tem programação especial no mês de setembro

Espaço comemora o dia da maior floresta tropical do mundo com atividades educacionais e culturais

Em comemoração ao Dia da Amazônia, o espaço Encontro da Amazônia recebe profissionais e especialistas para discutir sobre a maior floresta tropical do mundo. Nos dias 23 e 24 de setembro, o espaço prepara uma programação especial aos estudantes de escolas e universidades, pesquisadores e interessados sobre o tema.

Para a criançada, as atividades, que acontecem nos dois dias, manhã e tarde, vão abordar três pilares: sustentabilidade, ecologia e sociedade. Com um rodizio de quatro oficinas, os temas serão sobre a origem da Amazônia e suas hidrografias; a biodiversidade da Floresta Amazônica; culturas tradicionais (quilombolas, indígenas e caboclos); e as problemáticas da Amazônia. As ações têm objetivo de instigar a curiosidade dos estudantes em buscar mais informações sobre o bioma.

Os inscritos terão dois dias para participar das rodadas de workshops que acontecem simultaneamente, nos dias 23 e 24 de setembro, das 19h às 22h.

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Na quarta-feira, primeiro dia conta com a participação do Conselheiro Presidente do Conselho Regional de Biologia do Paraná (CRBio7), Jorge Augusto Callado Afonso, que fará uma abertura em comemoração ao Dia do Biólogo, data comemorada no dia 3 de setembro. Na sequência, os participantes serão convidados para três workshops: Fisiologia dos peixes da Amazônia, com a PhD em Ecofisiologia, Luciana Rodrigues de Souza Bastos; Poluição e impactos ambientais na Amazônia, com o mestre em Ciências Veterinárias, Giorgi Dal Pont; e os Mamíferos da Floresta Amazônica.

Para abrir a quinta-feira, segundo dia de atividades, o grupo de teatro E não é que é? É Companhia Cênica, apresenta o espetáculo Palavras, Gestos e Cheiro da Amazônia, contando algumas lendas amazônicas e envolvendo o público aos mistérios da floresta. Depois disso, os participantes serão direcionados aos workshops sobre: a Tutela Jurídica Florestal da Amazônia Legal, com a advogada e ex-Procurada do Ibama, Marlene Dias Carvalho; a história da Amazônia: cabanagem, com a professora e historiadora, Viviane Zeni; as bases florestais da Amazônica, com o doutor em Engenharia Florestal, Renato Robert; e o Turismo de Esporte na Amazônia, com o recordista mundial de surf na Pororoca, Serginho Laus.

As inscrições já estão abertas e os convites custam R$ 15, para um dia, e R$ 25, para os dois. O evento tem certificação de 3h e o ingresso inclui coffee break.

Serviço:

Expedição na Amazônia – Encontro da Amazônia

Dia: 23 e 24 de setembro

Horário: a partir das 19h

Investimento: R$ 15 (um dia) ou R$ 25 (dois dias) / Inclui: Participação no workshop, certificação de 3h e coffee break.

Inscrição: www.encontroamazonia.com.br

Informações: pelo telefone: 3014.0030 ou pelo e-mail: contato@encontroamazonia.com.br

 

Texto: Marcos Dias

Encontro da Amazônia discute sobre as influências culturais brasileiras, em eventos temáticos

Espaço realiza no próximo sábado (22) último dia de comemoração sobre o folclore brasileiro

Nos últimos dois dias, o espaço Encontro da Amazônia, em Curitiba, recebeu cerca de 500 pessoas nos eventos sobre cultura e manifestações populares. As atividades fazem parte da temática “Folclore A Gosto” realizada pelo Projeto Educacional e Cultural do espaço. Divididos em dois períodos, tarde e noite, as ações foram direcionados a estudantes escolares, universitários e pesquisadores.

No período da tarde, o espaço recebeu alunos das escolas Erasto Gaertner e Terra Firme, com idades entre 5 e 9 anos, que participaram de cinco oficinas: Identidade e Patrimônio Cultural; Lendas, Mitos e Cantigas; Isoporgravura; Comidas e Festas Populares; e Maracatu.  No final os participantes tiveram a oportunidade de participar do bazar com produtos folclóricos.

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Na primeira noite aconteceu o painel sobre as influências na formação da identidade cultural brasileira, através das experiências da produtora Lia Marchi, da Olaria Cultural; Kanêga dos Santos e Gui Araújo, do grupo Baquetá; o bonequeiro, músico, carnavalesco, ator e diretor, Itaercio Rocha; e com a mediação da jornalista e cantora Maria Celeste Côrrea.

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Painel composto por: LIa Marchi; Gui Araujo; KaNêga dos Santos; Itaercio Rocha e mediado por Maria Celeste Côrrea.

 

Já na segunda noite, os participantes tiveram uma abertura em comemoração ao dia do Historiar, com relatos da historiadora Helena Isabel Mueller e na sequência foram convidados a participar do workshop Folklore: uma visão antropológica, com a antropóloga Vilma Chiara e da oficina O sagrado e o profano, com Itaercio Rocha.

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O professor Itaercio Rocha em dinâmica com os participantes.

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A antropóloga Vilma Chiara trouxe a origem das manifestações populares e culturais, em seu workshop.

 

 

 

 

 

 

 

As comemorações encerram-se no próximo sábado (22), a partir das 15h, com oficinas culturais de artesanato, dança e literatura mítica. Além das aulas, o evento recebe, como atração cultura, a escola de samba Acadêmicos da Realeza para encerrar a programação festiva. As inscrições podem ser feitas pelo site: www.encontroamazonia.com.br, pelo telefone: 3014-0030, ou pelo e-mail: contato@encontroamazonia.com.br, com valores diferenciados.

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Serviço:

Folclore A Gosto do Encontro da Amazônia

Oficinas culturais: 22 de agosto, a partir das 15h, R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) / inclui: participação em duas oficinas, certificado e coffe break.

Reservas e informações: Encontro da Amazônia, Rua Nilo Peçanha, 1907 – Telefone: (41) 3014-0030 – E-mail: contato@encontroamazonia.com.br

 

Texto: Marcos Dias

Fotos: Marcos Dias e Robertson Clarkson

Arte: Glauco Teixeira Leite

Personalidade: Itaercio Rocha

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O músico, bonequeiro, carnavalesco e artista, Itaercio Rocha, nasceu em Humberto de Campos, pequena cidade no interior do Maranhão, famosa por possuir, no Brasil, o maior bumba-meu-boi – em relação a tamanho da fantasia do animal, que compõe até doze pessoas.

Itaercio é formado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas, pelas Faculdades de Artes do Paraná (FAP) e é especialista em Estudos Contemporâneos em Dança, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), através da escola de dança Faculdade Angel Vianna (FAV). Desde pequeno, recebia influências culturais da família, como seu pai, músico prático, que tocava nas procissões, nos bumbas-bois e nos bailes do interior, e sua mãe que fazia e regia a festa do Divino, além de outras festividades religiosas.

O artista sempre foi estudioso das manifestações populares brasileiras e carrega na bagagem experiências nas cidades de Olinda (PE), São Luis (MA), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro e Maringá (PR), antes de se estabelecer em Curitiba a partir de 1996.

Atualmente atua e dirige espetáculos junto ao grupo Mundaréu, como: Guarnicê, uma singela opereta popular; As Aventuras de Uma Viúva Alucinada; Cortejo Natalino; Embala Eu; Bambaê da Bicharada; No Pé do Lajero; A História do Homem Que Saiu Pelo Mundo Afora Para Aprender a Tremer e Se  Arrepiar; e Adamastô. Em 2006 lançou seu primeiro CD solo e autoral, Chegadim. É aturo do Livro/CD Como é Bom Festa Junina III, em parceria com Mara Fontoura, com quem ainda escreveu o livro Como Diz o Ditado. Em parceria com o Hospital Pequeno Príncipe, o músico lançou os CDs Cancioneiro Popular, em 2009, e Encanto de Brincar, em 2013.

Desde 1999 coordena o Bloco Pré Carnavalesco Garibaldis e Sacis, em Curitiba, e preside a Associação Recreativa e Cultural Amigos do Garibaldis e Sacis (ARCAGS). É professor da disciplina Relações Entre Arte Cultura e Currículo Escolar no curso de pós-graduação Latu Sensu promovido pelo Instituto Tecnológico de Desenvolvimento Educacional (ITDE).

No Encontro da Amazônia, Itaercio Rocha participa, no dia 18 de agosto, do painel: influências na formação da identidade cultural brasileira, para discutir as etnias que influenciaram a construção da cultura do Brasil e do Paraná. O painelista vai trazer a discussão sobre sua pesquisa Sacode o Rabo Jacaré, formas de geração de autonomia e disseminação das culturas populares. Como resistem os saberes construídos pelo povo e seus mecanismos de repasse. A alegria e a festa como forma de construção de conhecimento, identidade e autonomia. A miscigenação como força de disseminação e a tradição como abertura para o novo. No dia 19, ministra o workshop o sagrado e o profano, com brincadeiras, músicas e danças, criando as diversas pontes existentes entre religiosidade e o mundo, nas criações populares do Brasil.

 

Texto: Marcos Dias com informações

Arte: Glauco Teixeira Leite