Grimpeiro

Grimpeiro

O Grimpeiro, Leptasthenura setaria (Temminck, 1824), foi eleito pelos vereadores de Curitiba em 8 de junho de 2010 como ave símbolo da cidade.

O passarinho está ligado mais intimamente ao Pinheiro do Paraná do que a gralha azul, por passar seus dias sobre a copa da árvore, alimentando-se das larvas de insetos que atacam o vegetal que possam causar algum dano à planta.

Vivem no alto da Araucária, que tem as folhas pontiagudas e que servem como proteção e são pouco vistos em outras árvores. Os Grimpeiros têm a coloração parda e pequeno, mas com um belo canto.

Sua ocorrência pode ser nas cidades, desde que ali haja esse tipo de árvore, quer seja protegida nos quintais de algumas casas, quer seja como componente da arborização urbana. Basta um único pinheiro, às vezes bem defronte à janela de um edifício, e lá estará o passarinho, passando de ramo em ramo, cumprindo sua rotina diária na majestosa árvore.

Arte: Rodrigo Julkowski

Texto: Vanessa Crefta Bozza

Personalidade: Fernanda Góss Braga

Bióloga formada pela PUCPR, em 1997, Fernanda Góss Braga se especializou em Conservação da Biodiversidade e concluiu mestrado em Engenharia Florestal, com linha de pesquisa em Conservação da Natureza na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Em 2010, foi consagrada doutora em Engenharia Florestal, pela UFPR.

Na sua carreira acadêmica, suas pesquisas foram direcionadas para animais em desaparecimento. “Em todas as ocasiões meus trabalhos de conclusão estiveram relacionados com aspectos da biologia de espécies de mamíferos ameaçados de extinção no Paraná”, explica Fernanda.

Com destaque na área da mastofauna, ramo da Biologia que estuda os mamíferos, a bióloga tem, por exemplo, trabalho ocorrência e uso da área por carnívoros silvestres no Parque Estadual do Cerrado, em Jaguariaíva, no Paraná.

Além disso, Fernanda é pesquisadora do Instituto de Pesquisa e Conservação dos Tamanduás no Brasil, conhecido também como Projeto Tamanduá, executando ações para a preservação das espécies de Xenarthra na América Latina.  E também compõe a equipe do Conselho Regional de Biologia do Paraná, entre os anos 2014 a 2018.

Outro ponto de discussão da bióloga, é a problemática dos atropelamentos de fauna silvestre no Brasil. A convite do Encontro da Amazônia, Fernanda Góss participará da Jornada da Biodiversidade, nos dias 27 e 28 de maio. O evento irá reunir pesquisadores para discutir a diversidade e a situação da fauna e flora brasileira.

FERNANDA GÓSS

 

Pinheiro do Paraná

Pinheiro do Paraná

 

A Araucária, Araucaria angustifolia (Bertol) Kuntze 1898, é a arvore símbolo do Paraná e sua área original era de 200 mil km². A partir do século XIX, foi intensamente explorada por seu alto valor econômico, dando madeira utilíssima e sementes nutritivas.

Hoje seu território está reduzido a uma fração mínima. O seu desmatamento foi incentivado para abertura de áreas para a agricultura e a indústria madeireira contribuiu para a diminuição da espécie.

A interação com outras espécies é bem expressiva, como fonte de alimento, como várias epífitas que vivem sobre seus galhos e tronco, pássaros que habitam sua copa e tecem seus ninhos.

Sua semente, o pinhão, é alimento muito apreciado tanto pelos animais das matas, quanto pelos seres humanos. É utilizado como ingrediente de comidas típicas em várias cidades e é o que tem colaborado com a sua preservação, há dados que demonstram que um pinheiro adulto pode fornecer até quarenta quilos de suas sementes.

 

Texto e Fotografia: Vanessa Crefta Bozza

Arte: Glauco Teixeira

Encontro da Amazônia recebe mais de 300 crianças em evento sobre Índio

Voltado aos estudantes de Ensino Fundamental, a “Oficinas do Índio”, promovido pelo Encontro da Amazônia, recebeu mais de 300 crianças nos dois dias do evento. O projeto é composto por um circuito de cinco workshops de 20 minutos e os temas tinham como base a vivência e cultura indígena.

Estratégia de caça, história e atualidade, jogos e brincadeiras, brincando com o Museu e línguas indígenas, foram as temáticas responsáveis por convidar os estudantes a imergir na cultura dos índios. “A ideia é aproximar aos alunos cada vez mais do tema indígena. O projeto ‘Oficina do Índio’ é uma forma de abordar os assuntos de uma maneira mais divertida, sem perder o caráter educacional”, explica a idealizadora do projeto, Edicleia Monteiro.

No circuito, o primeiro ponto de parada era a oficina “Brincado com o Museu”, ministrados pelo Museu de Arqueologia e Etnologia do Paraná (MAE-PR). O espaço contava com kits didáticos e a caixa “Adorno” – catalogo de peças e materiais indígenas. Na sequência, os estudantes iam para o segundo passo, a oficina de “Jogos e Brincadeiras”, resgatando diversas brincadeiras infantis que os indígenas até hoje conservam.

IMG_2945

O biólogo Jean Felipe era responsável por desenvolver a oficina “Jogos e Brincadeiras”

 

No terceiro passo, o tema era mais histórico. Através da oficina “História e Atualidade”, os alunos compreendiam toa a linha da trajetória do índio no mundo e no Brasil.  “Línguas Indígenas”, era o tema do quarto passo, que destacavam as influências das palavras herdadas pelos índios. Para fechar o- circuito, o tema “Estratégia de Caça” desmembrava as formas que estas etnias utilizavam para sobreviver.

x

Para ministrar a oficina “História e Atualidade”, o jornalista Marcos Dias utilizou uma linha histórica com temas importantes sobre a trajetória dos índios

 

IMG_2952

A oficina “Estratégia de Caça” fico sob a responsabilidade da bióloga Vanessa Crefta Bozza

 

Para finalizar, os estudantes participavam do bazar de peça artesanais produzidas pelos índios paranaenses. Além de terem oportunidades de conversar com os indígenas e entender a importância da cultura dos índios na formação da identidade brasileira. “Através dessa vivência, os estudantes começam a ter mais interesse a buscar mais informações sobre a história dos índios. É uma forma de estimular a curiosidade”, revela Edicleia.

IMG_2852

Alunos participam do bazar de peças indígenas

 

As comemorações do Encontro da Amazônia para o dia do índio, encerra no sábado (18), com o “Evento Cultural Indígena”. Na ocasião, o espaço vai promover oficinas de sabores, dança, artesanato, contos indígenas e simbologia e pinturas sagradas. Os ingressos custam R$ 15 e crianças até 12 anos não pagam. O evento começa a partir das 14h.

IMG_2884

O índio Elias Werá explica as regras jogo da peteca



Texto: Marcos Dias

Fotografia: Rodrigo Julkowski

Mesa redonda sobre indígena recebe mais de cem participantes

Nesta quinta-feira (16), a mesa redonda “Índio na cidade: desafios e oportunidades”, promovido pelo Encontro da Amazônia, recebeu a antropóloga e PhD em etnologia indígena Vilma Chiara, a doutora em antropologia social Ana Elisa de Castro Freitas, os indígenas Douglas Jacinto da Rosa, formando em Gestão Ambiental, e Sandra Terena, jornalista e fotografa. Além disso, o contador de histórias Carlos Daltschman relatou algumas obras em referências aos povos indígenas.

O evento aborda a diversidade da cultura indígena, principalmente a riqueza das aldeias brasileiras que abrigam as maiores etnias do mundo. Além de expor os desafios sociais da atualidade: relacionamento, oportunidades educacionais, culturais e empresariais, através da compreensão da integração dos índios na sociedade moderna.

Confira o registro fotográfico:

IMG_2574

IMG_2583

IMG_2584

IMG_2589

IMG_2593

IMG_2599

IMG_2609

IMG_2610

IMG_2616

IMG_2635

IMG_2658

IMG_2660

 

Texto e Fotografia: Marcos Dias

Índios pernambucanos e venezuelana serão responsáveis pela oficina de dança no Encontro da Amazônia

Para compor a oficina de dança, o Encontro da Amazônia convidou a biodançarina venezuelana Kennia Caridad e o grupo indígena pernambucano Fulni-ô para ministrar os conceitos culturais de danças. De um lado um estilo inspirado na vida, nas origens das danças primitivas, com base no sistema da integração da música, do movimento e da vivencia no grupo. Do outro lado, toda a reverência às danças sagradas da etnia indígenas de Águas Belas (PE).

Vindos de Pernambuco, a etnia indígena Fulni-ô carrega na bagagem toda a vivencia cultural dos seus ancestrais. Através das danças, cantos, artesanatos e receitas medicinais, manifestam toda sua regionalidade. Confira um pouco mais das tradições desta etnia:

A dançarina Kennia acredita que a biodança tem uma ligação com a manifestação de dança dos índios. “A conexão profunda do indígena com seu corpo e com os ritmos da natureza joga um papel fundamental na sua vida, no seu dia-dia, nos mostrando sua importância para nos sentir integrados”. Ainda segundo Kennia, “a Biodança nasce como um caminho para nos conectar, além de nos sensibilizar nos relacionamentos com os outros, nos une novamente com nossas funções orgânicas, com nossa origem e com os nossos instintos”.

biodança

As oficinas de danças serão realizadas no próximo sábado (18), a partir das 14h. O Evento Cultural Indígena vai oferecer também workshops de simbologia, sabores e artesanatos. As inscrições são limitadas.

Projeto educacional do MAE leva mais conhecimento sobre a cultura indígena

Nos dias 16 e 17, o Encontro da Amazônia recebe estudantes do ensino fundamental para as oficinas de história e atualidade; línguas indígenas; jogos e brincadeiras; e estratégia de caça. Para complementar, em parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia do Paraná (MAE-UFPR), será realizada a oficina “Brincando com o Museu”, projeto oriundo do MAE composto por kits didáticos e a caixa “Adorno”. São esperados mais de 300 alunos que serão recepcionados por índios e passarão pelos circuitos de atividades culturais.

O projeto do Museu visa levar as discussões indígenas para lado de fora das estruturas do MAE-UFPR. “A proposta do kit didático é levar o museu para além de seus muros, até as escolas, e consequentemente aproximar o público dos conteúdos encetados pelo nosso acervo. Cada Caixa Didática é elaborada seguindo um tema e, dentro deste tema, é elaborado um texto de apoio para que o professor conduza a apresentação da caixa. Além do texto de apoio, a caixa segue com um catálogo das peças apresentadas bem como algumas propostas de atividade para os alunos”, explica museóloga Ana Luisa de Mello.

A Caixa Adornos apresenta uma discussão que leva o aluno a pensar o qual diferentes ou iguais somos em relação a outros grupos, como, por exemplo os grupos indígenas. “‘Lá e cá’, encontramos pessoas que usam alargadores de orelhas, que fazem escarificações e outros tipos de modificações corporais”, conta a museóloga. E completa: “a diferença, talvez, resida apenas no significado sociológico dado a esses usos nas sociedades Ocidental e Indígena. Afinal, aquilo que, para ‘nós’ pode ser considerado como um símbolo de transgressão como um alargador de orelha, para um indígena pode ser considerado um sinal de sabedoria, de alguém que sabe muito, porque ouve muito e, portanto é digno de respeito”.

MAE

 

Imagem: Divulgação MAE-UFPR

Texto: Marcos Dias com informações MAE-UFPR

Ká fãr conta os desafios dos indígenas na cidade

A mesa redonda promovida pelo Encontro da Amazônia, no dia 16 de abril, às 19h, receberá pesquisadores e estudiosos para discutir a trajetória das etnias indígenas na sociedade atual.

Nesse sentido vamos receber o estudante indígena da etnia Kaingang, Douglas Jacinto da Rosa, conhecido como Ká fãr, ou casca de árvore em sua língua, para compartilhar conosco experiências e alguns dos desafios enfrentados nessa interlocução permanente que é a vida em sua terra indígena no aldeamento Kaingang de Campo do Meio, Gentil, atual estado do Rio Grande do Sul, e sua vida na cidade e na à universidade.

Formando em Gestão Ambiental, pela Universidade Federal do Paraná Setor Litoral (UFPR-Litoral), Douglas faz parte do índice de índios que inseriram-se nas diferentes cidades brasileiras. “Ingressei em 2010 na UFPR, através do processo seletivo especifico vinculado ao Vestibular dos Povos Indígenas no Paraná e já no ano seguinte comecei a fazer parte do Comitê Gestor da Política afirmativa da universidade, representando as políticas afirmativas voltadas ao Plano de Metas de Inclusão Racial e Social”, relatou o índio Kaingang. E completou: “o plano, em suas dimensões, visa ações voltadas ao ingresso e permanência de estudantes indígenas no ensino superior da universidade”.

De lá pra cá, Douglas tenta gradativamente inserir pautas indígenas nos diferentes espaços de vivência acadêmica na UFPR. “Em 2015, entrou em vigor na UFPR a nova resolução da política afirmativa de ensino superior indígena, que contou com sua colaboração durante o processo avaliação e elaboração, que provocado pelo estudante indígena fomenta a dimensão da afirmação do indivíduo indígena na instituição, dando-lhe além da experiência acadêmica, a valorização cultural da identidade e da expressão cultural na UFPR”.

Além de toda a militância dentro da universidade, Douglas atua fora dos muros da instituição. “Desde fevereiro de 2014 venho articulando relações com diferentes lideranças do Rio Grande do Sul, que possibilitou a realização do ‘Primeiro Encontro de Aldeamentos em Campo do Meio’, na tentativa de qualificar as pautas indígenas na relação com o Estado”, explica. E, segundo Douglas, incentivou as lideranças para pensarem em planos de Gestão Ambiental e Territorial nas suas terras em diferentes contextos do Rio Grande do Sul, pensando projetos futuros de relação com as terras indígenas.

Douglas J. da Rosa traz na bagagem todos os anseios Kaingang e leva a reivindicação de sua etnia sobre a posse das terras tradicionais de sua comunidade. “Busquei situar a comunidade frente a importância histórica que simboliza essa reivindicação e a apontar os caminhos e tramites que acompanham o processo administrativo que envolvem a delimitação, demarcação e homologação de terras indígenas”, comenta. Ainda segundo Douglas, “junto com as lideranças de Campo do Meio e a minha coordenadora de projetos, elaboramos o Plano de Gestão Socioambiental e Territorial de Campo do Meio, com intuito de orientar a lógica de ocupação, uso dos recursos, recuperação de áreas degradadas, modelos produtivos alternativos à monocultura de transgênicos entre outros eixos de ação para o futuro”.

“Índio na cidade: desafios e oportunidades”, vai reunir, além do indígena Kaingang Douglas/Ká Fãr, a Phd em antropologia e especialista em etnologia indígena, Vilma Chiara e a doutora em antropologia social, Ana Elisa de Castro Freitas. A mesa redonda será mediada pela jornalista e descendente indígena Sandra Terena.

 

Confira os registros do índio Ká fãr:

01

02

03

04

06

07

08

09

10

11

 

Encontro da Amazônia promove eventos em comemoração ao dia do Índio

Mesa Redonda e Evento Cultural 2

Com mesa redonda, oficinas escolares e evento cultural, o espaço vai proporcionar uma imersão histórica as tradições e costumes indígenas

O Encontro da Amazônia promove nos dias 16, 17 e 18 de Abril uma programação educacional diferenciada, em comemoração ao dia do Índio. Através da mesa redonda, oficinas para escolas e evento cultural, o projeto visa abordar todas as culturas indígenas e principalmente a riqueza das maiores etnias do mundo, responsável pela construção da identidade de várias nações. Nos três dias de eventos, o espaço espera receber mais de mil pessoas.

Para a criadora do projeto “Conheça a Riqueza Indígena”, Edicleia Monteiro, do Encontro da Amazônia, as ações são importantes para discutir a temática. “A ideia é compreender a integração do índio na sociedade urbana e valorizar suas habilidades e projetos de melhorias “. E completa: ”aprender sobre o índio é tão importante para a sociedade atual, por ser base da construção da identidade histórico-cultural brasileira”.

No dia 16 e 17, será realizado a “Oficina do Índio”, voltado para os estudantes do ensino fundamental, com os temas: história e atualidade; línguas indígenas; jogos e brincadeiras; e estratégias de caça. Os workshops terão, em média, 15 minutos duração e incentivará as crianças a participarem mais da vivência indígena.

Ainda no dia 16 de abril, às 19h, a mesa redonda irá discutir a integração do índio na sociedade urbana. Com o tema “O índio na cidade: desafios e oportunidades”, a discussão contará com a participação da antropóloga e Phd em etnologia indígena, Vilma Chiara; a doutora em antropologia social, Ana Elisa de Castro Freitas; e o estudante indígena Douglas, da aldeia Kaigang. A mesa redonda será mediada pela jornalista e descente indígena Sandra Terena.

O debate tem o intuito de abordar temas como a diversidade da cultura indígena, principalmente a riqueza das aldeias brasileiras que abrigam as maiores etnias do mundo. Além disso, expor os desafios sociais da atualidade: relacionamento, oportunidades educacionais, culturais e empresariais, através da compreensão da integração dos índios na sociedade moderna. Com vagas limitadas, as inscrições custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) e podem ser feitas pelo site: www.encontroamazonia.com.br.

Para finalizar as comemorações ao dia do Índio, o Encontro da Amazônia vai produzir o “Evento Cultural Indígena”, no dia 18 de abril, a partir das 14h, para todas as idades. O evento vai oferecer oficinas de artesanato indígena, simbologia, sabores e dança, além de exposições de artefatos indígenas e apresentações culturais.

 

Serviços:

Mesa Redonda: “O índio na cidade: desafios e oportunidades”

Data: 16/04/15

Horário: 19h

Valor: R$ 50 inteira / R$ 25 meia-entrada

Público: pesquisadores, professores, acadêmicos e interessados.

Informações: cursos@encontroamazonia.com.br

 

“Evento Cultural Indígena”

Data: 18/04/15

Horário: 14h

Valor: R$ 50 inteira / R$ 25 meia-entrada

Público: crianças, jovens e adultos.

Informações: marketing@encontroamazonia.com.br

 

Sobre o Encontro da Amazônia: é um espaço voltado para atividades de vários segmentos como: Enciclopédia Virtual, Livraria, Cursos, Eventos, Salas Empresariais, e Turismo. Todas as atividades têm a mesma base de responsabilidade socioambiental e visa tornar-se um componente essencial para preservação da biodiversidade da maior floresta tropical do mundo. Em suas salas empresarias, o espaço abriga vários tipos de eventos corporativos, desde workshops e congressos a pequenas reuniões e encontros empresarias.  Em paralelo, o Encontro da Amazônia promove mensalmente eventos para incentivar o consumo cultural, educacional e cientifico.