Intervalo Criativo do Encontro da Amazônia recebe novo espetáculo

Grupo cultural, em parceria, oferece atrações teatrais e musicais

O Encontro da Amazônia, em parceria com o Baquetá, disponibiliza para aos clientes corporativos alguns espetáculos do grupo. A ideia faz parte da proposta “Intervalo Criativo”, com intuito de agregar atividades culturais e laborais aos eventos empresariais.

O projeto é divido em dois segmentos: atividades laborais e atrações culturais. A primeira ação é voltada para a melhoria de qualidade corporal dentro do ambiente de trabalho e a segunda são as apresentações teatrais, musicais e de danças, destinadas ao entretenimento corporativo.

Entre as opções disponíveis pelo Baquetá, o espetáculo “Karingana ua Karingana!” é composto por uma rodada de contação de histórias. A atriz KâNega Santos, componente do grupo, conta as influências para a composição da obra. “Karingana ua Karingana é como as histórias são conhecidas em Moçambique, um país do continente africano. Essas histórias, contadas em roda, são ricas em ritmos, danças, cores e ancestralidade”, explica.

Foto Divulgação - Grupo Baquetá

Foto Divulgação – Grupo Baquetá

A apresentação tem duração de 30 minutos e possui no elenco, além de KaNêga, o dançarino e ator André Daniel. A trupe Baquetá   carrega na bagagem quase sete anos de estrada. Todos os espetáculos são construídos através de pesquisas e os projetos são desenvolvidos com foco nas culturas populares do Brasil.

As atividades são oferecidas junto as salas empresariais do centro de convenções do Encontro da Amazônia. Para saber mais sobre as propostas, envie um e-mail para: eventos@encontroamazonia.com.br.

 

Texto: Marcos Dias

Fotografia: Divulgação

Bumba-meu-boi: a história por trás das cores e dos paetês

Presente nas festas tradicionais de norte a sul do país, o bumba-meu-boi carrega influências indígenas, africanas e europeias. Segundo pesquisadores, o festejo teve origem no Nordeste no século XVII, no período do Ciclo do Gado, época em que o boi tinha grande relevância simbólica e econômica.

Apresentação do Boi Caprichoso na segunda noite do Festival Folclórico de Parintins 2015 Foto: Patrícia Fontoura /Site das Rádios

Apresentação do Boi Caprichoso no Festival Folclórico de Parintins, em 2015 Foto: Patrícia Fontoura /Site das Rádios

Em cada parte do país a história do boi é contada de diversas formas. O ponto em comum em todas as histórias é o casal de escravo Catirina e Pai Francisco. Segundo o que contam as histórias, a jovem Catirina grávida deseja comer a língua do boi mais lindo do pasto e pede para o marido, Chico, providenciar a iguaria. Desesperado, o escravo rouba um dos animais de seu senhor. Em algumas partes do Brasil, o boi morre e é trazido de novo a vida. Já me outras, o boi nem chegar a ser sacrificado.

Boi de Mamão do Mandicuera Foto: Marcos Solivan (UFPR)

Boi de Mamão do Mandicuera Foto: Marcos Solivan (UFPR)

A festa é tradicionalmente realizada nos meses de junho e julho, no período dos festejos juninos, mas em alguns estados podem ser realizados em outros períodos do ano. Através das músicas tocadas com instrumentos de percussão e de cordas, a história do boi é contada e reúne diversos estilos brasileiros, como as toadas, repente, aboios, canções pastoris e cantigas.

Festa de São João em São Luís, no Maranhão. Foto: Governo do Estado do Maranhão

Festa de São João em São Luís, no Maranhão. Foto: Governo do Estado do Maranhão

Bumba-meu-boi no São João em São Luís, no Maranhão Foto: Governo do Estado do Maranhão

Bumba-meu-boi no São João em São Luís, no Maranhão Foto: Governo do Estado do Maranhão

 

 

 

 

 

 

 

Na dança, as influências vêm das danças indígenas, portuguesas e espanholas. Os passos são marcados pelas batidas dos instrumentos e os ritmos podem ser entoados ao som das matracas, maracá, pandeirão, tambor de onça, tamborinho, zabumba e tambor de fogo.

Devoção e fé no Largo de São Pedro, em São Luís, no Maranhão. Foto: Karlos Geromy, Governo do Estado do Maranhão

Devoção e fé no Largo de São Pedro, em São Luís, no Maranhão. Foto: Karlos Geromy, Governo do Estado do Maranhão

Alguns contadores falam que o nome bumba-meu-boi tem relação com a zabumba – tambor utilizado na dança -, oriundo da expressão “zabumba meu boi”. Por outro lado, outros acreditam que o significado vem do verbo bumbar – ação de bater com força -, que mencionado como “bumba” teria o sentido de uma exclamação como: “Bate, meu boi! Bate Chifra, meu boi!”.

Boi-bumbá Garantido, vencedor do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas. Foto: Governo do Estado do Amazonas

Boi-bumbá Garantido, vencedor do 50 Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas. Foto: Governo do Estado do Amazonas

De lá para cá, o importante é ver a conservação das tradições culturais, como o bumba-meu-boi, que atualmente possui diversos nomes em cada estado, como o Boi-Bumbá, no Amazonas e no Pará; Bumba-meu-boi, no Maranhão; Boi Calemba, no Rio Grande do Norte; Cavalo-Marinho, na Paraíba; Bumba de reis ou Reis de boi, no Espírito Santo; Boi Pintadinho, no Rio de Janeiro; Boi de mamão, no Paraná e em Santa Catarina e boizinho no Rio Grande do Sul.

 

Texto: Marcos Dias

Encontro da Amazônia recebe educadores para lançamento dos projetos do segundo semestre de 2015

BLOG CAFÉ CULTURAL

O Encontro da Amazônia promove nos dias 24 e 25 de junho, a partir das 19h, o Café Cultural para diretores, coordenadores e professores das escolas e faculdades de Curitiba. Na ocasião, o espaço lança o calendário do Projeto Educacional e Cultural do segundo semestre de 2015. A ação faz parte da iniciativa do centro cultural em aproximar-se das instituições de ensinos.

A coordenadora pedagógica do projeto, Edicleia Monteiro, revela a importância das discussões para os participantes. “Os eventos do Encontro da Amazônia são ferramentas para potencializar os ensinamentos propostos pelas escolas e faculdades para além dos muros das instituições. O espaço visa ser um centro de informações complementares dos institutos de ensino”, explica.

O projeto tem a finalidade de levantar discussões sobre educação ambiental, sociedade e cultura, e, em paralelo as ações do centro de convenções do Encontro da Amazônia, organiza mensalmente atividades educacionais e culturais para estudantes e acadêmicos. “Os eventos vem unir pessoas através do conhecimento criando ações educativas que promovam a redescoberta e a valorização do Ambiente Natural e da Sociedade Sustentável. Conhecer para preservar”, ressalta Edicleia.

No primeiro dia, 24 de junho, quarta-feira, a equipe pedagógica do Encontro da Amazônia recebe educadores das escolas do ensino Fundamental e Médio para um bate-papo sobre as novas ideias e conteúdos levantados para as próximas atividades. O projeto tem o objetivo de enriquecer a formação das crianças com formatos didáticos e pedagógicos.

Para o segundo dia, o espaço recebe coordenadores e professores dos cursos das faculdades e universidades, para a apresentação dos novos temas e formatos do projeto. Por ser mais técnico, o evento universitário tem a ideia de agregar mais informações e conceitos aos acadêmicos.

Além disso, nos dois dias do Café Cultural, serão disponibilizados os guias para os próximos eventos culturais, que em paralelo aos educacionais, acontecem nos finais de semanas subsequentes e seguem as mesmas temáticas de cada mês.

No final de cada projeto mensal, o espaço produz o registro das atividades realizadas nos três segmentos: escolar, universitário e cultural, e reúne na Revista Digital Encontro da Amazônia, lançada sempre no mês subsequente da realização dos eventos. Para acessar a última edição, basta entra no link.

Para os educadores que desejam participar do coquetel de lançamento do Projeto Educacional e Cultural do Encontro da Amazônia, devem confirmar presença pelo e-mail contato@encontroamazonia.com.br ou pelo telefone 3014-0030.

Texto: Marcos Dias

Arte: Glauco Teixeira

Personalidade: Diana Carneiro

personalidades DIANA CARNEIRO

A artista plástica é licenciada em Ciências Físicas e Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), bacharel em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), e especialista em Ilustração Botânica, pelo Royal Botanic Gardens, New.

Já atuou como professora de Ciências e Biologia, na Rede Estadual de Ensino, no Paraná. É ilustradora científica desde 1990, atuando junto às universidades do Brasil e exterior, atendendo demandas de ilustração para teses acadêmicas e material didático. Artista plástica, com técnicas aquarelista, desenvolve ilustrações para a área literária e para livros didáticos.

Diana Carneiro é fundadora do Centro de Ilustração Botânica do Paraná e autora do livro ‘Ilustração Botânica: Princípios e Métodos’, publicado pela Editora da UFPR, em 2012. Desde de 2010, é filiada a American Society of Botanical Artists (ASBA).

Para a oficina Ilustração Botânica, a artista vai fazer a apresentação da Ilustração científica como área profissional de natureza interdisciplinar. Linha de trabalhado, segundo ela, recente no Brasil, mas que aos poucos está ganhando visibilidade através de seus representantes com aumento gradual de demanda de trabalhos nas diversas áreas de atuação. A palestra procura mostrar o perfil do ilustrador científico, os pré-requisitos para a profissionalização e os principais problemas enfrentados pelos aspirantes à carreira. Ao final, haverá uma pequena demonstração do trabalho do ilustrador. Materiais mais utilizados, as etapas do trabalho e um pequeno display de trabalhos originais.

A oficina faz parte do “Seja Biodiversidade!”, no evento “Biodiversidade Cultural”, promovido pelo Encontro da Amazônia, no dia 30 de maio, a partir das 15h. Para participar do curso, basta fazer sua pré-inscrição pelo site. O valor do convite é de R$ 15, por pessoa.

 

Arte: Glauco Teixeira

Texto e revisão: Marcos Dias

Personalidade: Regina Camargo

personalidades REGINA CAMARGO

Regina Camargo é bióloga formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Botânica na área de Sistemática de Fanerógamas.  Possui experiência em técnicas de jardinagem. Tem como linha pesquisa a sistemática de fanerógamas, com espécies nativas de Rosaceae – é uma família botânica que abrange plantas ornamentais e frutíferas -, no Paraná.

Atualmente é professora substituta dos cursos de Biologia, Engenharia Florestal e Agronomia pela UFPR, professora substituta do curso de Agronomia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e professora titular do curso de Biologia pelas Faculdades Integradas Espírita. Na rede municipal de Curitiba, trabalha como professora de Ciências.

A bióloga será responsável por ministrar a oficina Mãos na Terra, no dia 30 de maio, no evento “Biodiversidade Cultural”, realizado pelo Encontro da Amazônia. Na ocasião, abordará as principais técnicas de jardinagens, para proporcionar harmonia, beleza e equilíbrio, através da prática.

Em tempos de tanta tecnologia, correria e stress, o contato com a natureza chega a ser quase terapêutico e a jardinagem é uma das atividades que traz enorme prazer e satisfação para seus praticantes. Para que se tenha sucesso na montagem de um jardim, seja ele o tamanho que for, é preciso conhecimentos básicos no trato do solo, escolha adequada de mudas e manutenção para que essa atividade gere bons resultados. Neste curso, será apresentado formas simples de manejo e cuidado do jardim tornando a prática da jardinagem um prazer a ser cultivado.

 

Arte: Glauco Teixeira

Texto e revisão: Marcos Dias

Encontro da Amazônia realiza bazar sustentável com marcas paranaenses

Nos dias 27, 28 e 30 de maio, período do “Seja Biodiversidade!”, o Encontro da Amazônia recebe algumas marcas para compor o bazar, com o tema sobre meio ambiente e sustentabilidade. Os produtos variam desde estamparias de fauna e flora brasileira a bichos de algodão sustentáveis.

Para compor o espaço, foram convidados a empresa Ama Terra, com produtos ecológicos, a designer curitibana Bruna Fraga, criadora da marca Many Many, a Associação de Criadores de Abelhas Nativas da APA de Guaraqueçaba (ACRIAPA), que trará quatro tipos de mel, o índio Werá Popygua, com os artesanatos indígenas, e o Almendras Emporium, com produtos sem glúten e sem lactose.

A ideia do bazar é aproveitar a discussão sobre a importância da consciência ambiental e contextualizar as opções que minimizam os impactos negativos ao meio ambiente. Como é o caso dos produtos com a marca Ama Terra. Na ocasião, irá expor bichos de algodão, camisetas feitas com garrafa pet, cachaças orgânicas – totalmente livres de agrotóxicos e conservantes – e sacolas ecológicas, todos com o selo sustentável da empresa.

Boneco

Foto: Divulgação Ama Terra

Cachaça 2

Foto: Divulgação Ama Terra


 

 

 

 

 

 

 

 

O índio Werá Popygua, também conhecido como Elias Fernandes, trará todo o artesanato indígena. Serão filtros dos sonhos, pulseiras e tornozeleiras, souvenires de madeiras, arco e flecha, brincos de penas e colares de sementes. Há cinco anos em Curitiba, na aldeia urbana Kakané Porã, o índio da etnia Guarani, traz na bagagem toda suas histórias e vivências. Nascido em Mangueirinha, no Paraná, na aldeia Pidó, atualmente sobrevive pela venda de artesanatos na Praça Osório.

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Foto: Marcos Dias

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Foto: Marcos Dias

 

 

 

 

 

 

 

No campo da moda, a Many Many traz a primeira coleção da designer gráfico Bruna Fraga, chamada de Natureza Tropical. “As estampas exclusivas e elaboradas a partir de desenhos feitos à mão inspirados na fauna e flora brasileiras tornaram bolsas, lenços, cadernos, echarpes, twillys e almofadas, objetos mais coloridos e ao mesmo tempo divertidos”, explica a criadora. Há uma linha ainda mais especial, a do Paraná, que busca representar elementos genuinamente paranaenses, como: o pinheiro, o pinhão, o ipê amarelo, a capivara e a gralha azul. Outras regiões do país também foram abordadas, como Amazônia, Nordeste, Mata Atlântica e Pantanal, sempre utilizando animais e plantas típicas de cada região que ganharam versões estilizadas, em composições inusitadas e divertidas.

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Foto: Divulgação Many Many

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Foto: Divulgação Many Many

 

 

 

 

 

 

 

A Associação de Criadores de Abelhas Nativas da APA de Guaraqueçaba (Acriapa) traz na bagagem toda história dos 22 meliponicultores em busca da conservação de abelhas nativas. Em paralelo, produz e comercializa quatro tipos de mel de espécies de diferentes abelhas nativas sem ferrão: Mel de Jataí; Tubuna; Mandaçaia e Manduri. Atua na região da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueçaba, localizada no litoral norte do Paraná. A meliponicultura surge na região como uma importante alternativa de geração de renda aliada a conservação dos recursos naturais, tendo em vista que tais abelhas são polinizadores exclusivos de 40% a 90% das espécies vegetais da Floresta Atlântica.

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Foto: Divulgação Acriapa

Mel embalado

Foto: Divulgação Acriapa

 

 

 

 

 

 

 

Com opções para os intolerantes ao glúten e à lactose, o Almendras Emporium agrega com a qualidade e saudabilidade dos seus produtos. Com a crescente preocupação das pessoas que buscam qualidade de vida através de uma alimentação saudável, a loja proporciona-lhes melhorias claras e visíveis principalmente aos consumidores de alimentação especial, que procuram reunir em um só produto prazer e satisfação.

Bolinhos e as tortinhas sem glúten e sem lactose

Foto: Divulgação Almendras Emporium

Pães da BemNutrir nos sabores aipim, cenoura e batata doce. Sem glúten, sem lactose, sem conservantes e sem açúcar.

Foto: Divulgação Almendras Emporium

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As marcas estarão disponíveis nos dias 27, 28 e 30 de maio, no Encontro da Amazônia. Para participar do “Seja Biodiversidade!”, nos workshops e oficinas, faça sua pré-inscrição pelo site. As vagas são limitadas e o convite custa R$ 15, por dia. Os participantes que adquirem o passaporte para os três dias ganham 10% de desconto no valor da compra.

Texto: Marcos Dias com informações das assessorias de imprensa

Personalidade: Marlene Dias Carvalho

personalidades MARLENE DIAS

Para ministrar o workshop Código Florestal – Áreas de Reserva Legal, da Jornada da Biodiversidade, o Encontro da Amazônia convidou a advogada Marlene Dias Carvalho. Bacharel em Direito e licenciada em Filosofia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Marlene é especialista em Direito Ambiental e em Metodologia do Ensino Superior, pela UniCuritiba e UFPMA, respectivamente.

No currículo, carrega toda uma trajetória como Procuradora Federal com exercício no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). Atuou como consultora jurídica em vários Estados da Amazônia Legal 1997 a 2006, nas questões ambientais; foi instrutora de Legislação Ambiental no Programa de Capacitação; gerente de unidade de Conservação da Região Norte; implantou a Gerência Executiva do IBAMA de SINOP, no Estado de Mato Grosso; foi interventora no Estado de Tocantins.

Ainda pelo IBAMA, foi assessora jurídica do Licenciamento Ambiental; interventora no Estado de Mato Grosso; também atuou como Chefe da Divisão de Assuntos Jurídicos da Superintendência e Superintendente Estadual Substituta da Superintendência, ambos no Paraná; e também foi Superintendente Estadual da Superintendência Estadual e Conselheira do Conselho Estadual do Meio Ambiente, no Maranhão.

Atualmente atua como advogada ambiental e comanda a MDC Consultoria Ambiental, empresa de advocacia, com larga experiência na área.

Para o workshop, a advogada vai fazer um breve histórico sobre Reserva Legal e as suas alterações através das leis e medidas provisórias, até o novo Código Florestal. Além de levantar os conceitos de Reserva Legal, a delimitação da área, a natureza jurídica e o direito de uso da Propriedade Rural. Vai discutir sobre a posse, a localização, o regime de proteção, as características, a averbação no registro de imóveis, a inalterabilidade da destinação e a isenção tributária, dentro da esfera da Reserva Legal.

A “Jornada da Biodiversidade” promove rodadas de palestras que acontecem simultaneamente, nos dias 27 e 28 de maio, às 19h, e faz parte do evento “Seja Biodiversidade!”, realizado pelo Encontro da Amazônia. Para participar basta fazer sua pré-inscrição pelo site.

 

Arte: Glauco Teixeira

Texto e Revisão: Marcos Dias

Personalidade: Henrique Gomes

personalidades HENRIQUE GOMES

O professor Henrique Gomes irá comentar sobre as alterações que as novas tecnologias em relação a classificação e a filogenia que estudamos atualmente, além de mostrar como é a variabilidade genética presente em diferentes ecossistemas.

O docente possui graduação em Ciências Biológicas e é mestre em Genética pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), possui experiência na área de genética na área de interesse clínico.

Na área da educação, atua sobre os temas de aprendizagem e obstáculos epistemológicos. Possui experiência em educação à distância e atualmente trabalha como professor de Ensino Fundamental, Técnico, de Formação de Docentes, Ensino Médio, no Colégio Padre João Bagozzi, e professor de Genética na Pontifica Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

É professor voluntário de Biologia no curso Formação Solidária e é professor de Ciências da Rede Municipal de Curitiba. Atua no Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação na formação continuada de professores.

 

Arte: Glauco Teixeira

Texto: Jean Felipe dos Santos

Revisão: Marcos Dias

Personalidade: José Claro

personalidades JOSÉ CLARO

Para abordar a biodiversidade do litoral paranaense e como ela influencia e é influenciada pela presença dos seres humanos na região, o Encontro da Amazônia convidou o biólogo José Claro, pesquisador do Centro de Estudos Marinhos (CEM), em Pontal do Paraná, para participar da Jornada da Biodiversidade, com o workshop Biodiversidade Marinha.

Formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), José Claro é mestre em Zoologia e fez doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento, ambos concluídos na UFPR. Possui experiência no cultivo de microalgas, em técnicas histológicas e na área de Ecoturismo e Educação Ambiental.

Atualmente, leciona as disciplinas de Ecologia, Turismo e Natureza do Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Bagozzi.

Arte: Glauco Teixeira

Texto: Jean Felipe dos Santos

Edição: Marcos Dias

Encontro da Amazônia realiza eventos sobre Biodiversidade

“Seja Biodiversidade!” reúne eventos para discutir a importância da natureza

O Encontro da Amazônia realiza nos dias 27, 28 e 30 de maio uma série de ações voltadas as discussões sobre diversidades e realidades da fauna e flora brasileira. Com o nome “Seja Biodiversidade!”, o evento é uma iniciativa do Projeto Educacional e Cultural do espaço, que visa promover, mensalmente, atividades temáticas com intuito de valorização da Ecologia, Meio Ambiente, Sociedade e Cultura.

A idealizadora do projeto e diretora do Encontro da Amazônia, Edicleia Monteiro, acredita na importância da discussão dentro das escolas e universidades. “Os jovens de hoje serão os governantes de amanhã”. E completa: compreender a importância do Meio Ambiente para o equilíbrio da sobrevivência de vida na Terra é fundamental para que futuras gerações tenham condições de habitar com qualidade e bem-estar”. O projeto é uma iniciativa para aproximar os estudantes das biodiversidades existentes.

Nos dias, 27 e 28, no período da manhã e tarde, será realizada a “Expedição na Biodiversidade”, voltadas aos estudantes do Ensino Fundamental. As atividades serão divididas em quatro oficinas com temas que variam desde a evolução das espécies aos impactos causados pelo ser humano ao Meio Ambiente.

Expedição na Biodiversidade

Ainda nos dois primeiros dias, às 19h, ocorre a “Jornada da Biodiversidade”. Serão oito workshops temáticos para universitários que acontecem simultaneamente, sendo quatro por noite, ministrados por pesquisadores e especialistas. Neste caso, os interessados devem fazer uma pré-inscrição nos temas através do site.

Na noite do dia 27, a bióloga Fernanda Góss Braga abordará sobre Fauna Atropelada, o biólogo do Centro de Estudo do Mar, José Claro, discutirá a Biodiversidade Marinha e a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), que vai trazer toda sua experiência nos workshops sobre o Programa de Desmatamento Evitado e sobre o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa.

Para a segunda noite, a “Jornada da Biodiversidade” reúne a advogada Marlene Dias Carvalho para falar sobre o Código Florestal – Áreas de Reserva Legal, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza para abordar a história de conservação e pesquisa da Reserva Natural Salto Morato e os biólogos Henrique Gomes e Hugo Bornatowski para discutirem a Genética da Biodiversidade e o Conceito e Problemáticas dos Tubarões, respectivamente.

Jornada da Biodiversidade

Para finalizar, no dia 30 de maio, a partir das 15h, o Encontro da Amazônia realiza a “Biodiversidade Cultural”, evento com oficinas temáticas e apresentações culturais. O espaço recebe as oficinas de fotografia e vídeos, Clicando a Natureza, a de Gastronomia da Conservação com ingredientes que minimizam os impactos ambientas, a de introdução à arte de Ilustração Botânica e a de técnicas de jardinagem, Mãos na Terra.

Biodiversidade Cultural

 

 

Texto: Marcos Dias

Arte: Glauco Teixeira