Índios pernambucanos e venezuelana serão responsáveis pela oficina de dança no Encontro da Amazônia

Para compor a oficina de dança, o Encontro da Amazônia convidou a biodançarina venezuelana Kennia Caridad e o grupo indígena pernambucano Fulni-ô para ministrar os conceitos culturais de danças. De um lado um estilo inspirado na vida, nas origens das danças primitivas, com base no sistema da integração da música, do movimento e da vivencia no grupo. Do outro lado, toda a reverência às danças sagradas da etnia indígenas de Águas Belas (PE).

Vindos de Pernambuco, a etnia indígena Fulni-ô carrega na bagagem toda a vivencia cultural dos seus ancestrais. Através das danças, cantos, artesanatos e receitas medicinais, manifestam toda sua regionalidade. Confira um pouco mais das tradições desta etnia:

A dançarina Kennia acredita que a biodança tem uma ligação com a manifestação de dança dos índios. “A conexão profunda do indígena com seu corpo e com os ritmos da natureza joga um papel fundamental na sua vida, no seu dia-dia, nos mostrando sua importância para nos sentir integrados”. Ainda segundo Kennia, “a Biodança nasce como um caminho para nos conectar, além de nos sensibilizar nos relacionamentos com os outros, nos une novamente com nossas funções orgânicas, com nossa origem e com os nossos instintos”.

biodança

As oficinas de danças serão realizadas no próximo sábado (18), a partir das 14h. O Evento Cultural Indígena vai oferecer também workshops de simbologia, sabores e artesanatos. As inscrições são limitadas.